Transporte de mercadorias

A ficha temática “Transporte de mercadorias” analisa a repartição modal deste tipo de transporte tanto em Portugal como na UE-28 e quantifica os volumes de mercadorias por tipo de transporte, bem como os volumes movimentados resultantes do comércio internacional.

Descrição: 

A União Europeia (UE) colocou como objetivo dissociar a mobilidade dos seus efeitos negativos sobre a saúde humana e o ambiente. O sector dos transportes é uma das principais fontes de gases com efeito de estufa (GEE) e também provoca elevados níveis de poluição do ar bem como de ruído, que podem danificar gravemente a saúde humana e os ecossistemas.

Quando se considera o impacte ambiental do transporte de mercadorias, a repartição modal ganha especial importância devido às diferenças de desempenho ambiental entre os diversos modos de transporte – nomeadamente ao nível do consumo de recursos, das emissões de GEE e de poluentes e do ruído.

Embora a repartição modal esteja associada a diversos fatores, como o tipo de mercadoria, requisitos específicos de transporte, tipo de transporte disponível, a verdade é que alguns transportes causam maiores impactes negativos sobre o ambiente, do que outros. Comparando o transporte rodoviário com o ferroviário este último é mais eficiente em termos de volume de carga transportada por quantidade de energia utilizada e maioritariamente menos poluente.

Esta ficha temática diz respeito a Portugal continental, Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e será atualizada anualmente.

Objetivos e Metas: 
  • O Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas 2014-2020, divulgado em abril de 2014 e revisto em junho de 2015, estabelece um conjunto de metas, de entre as quais se destaca aumentar 40% o número de toneladas por quilómetro transportadas no modo ferroviário, até 2020;
  • O Livro Branco dos Transportes, adotado pela Comissão Europeia em 2011, propõe transferir para outros modos, como o ferroviário ou o marítimo/fluvial, até 2030, 30% do tráfego rodoviário de mercadorias em distâncias superiores a 300 km, e mais de 50% até 2050, com a ajuda de corredores eficientes e ecológicos.
Análise da evolução:
Última atualização: 
Quinta, 31 Janeiro, 2019